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Primeira Época

I am a complex guy, sweetheart Sawyer

Guys... Where are we? Charlie

No girl's exactly like me Kate

Dude...! Hurley

If we can't live together, we're going to die alone Jack

This is my destiny! Don't tell me what I can't do! Locke

A leader can't lead until he knows where he's going Locke

A doctor playin' golf. Now I've heard everything. What's next? A cop eatin' a doughnut? Sawyer

No one's that lucky. We shouldn't have survived Sayid

I'm letting you off the hook. Let me go, Jack Boone

Hope is a very dangerous thing to lose Sayid

You have three choices: run, hide... or die Rousseau

You have some...Arzt...on you Hurley

The thing is... we're gonna have to take the boy The Others

Segunda Época

Good idea, you go look in the burning death hole Hurley

I'll see you in another life, brother Desmond

We need to watch that again Locke

They took my boy!! Michael

I need you to believe in me Shannon

What good it would be to kill you if we're both already dead? Sayid

Do not mistake coincidence for fate Mr. Eko

Right here there's a line, you cross that line we go from misunderstanding to something else Mr. Friendly

I understand that you live in a world where righteousness and evil seem very far apart, but that is not the real world Mr. Eko

There is a new sheriff in town boys! Y'all best get used to it Sawyer

I never did a good thing in my life Sawyer

He is one of them Rousseau

My name is Sayid Jarrah and I'm a torturer Sayid

Are you the genius, John? Or are you the guy who always feels like he's living in the shadow of a genius? Henry

I'm sorry Michael

Michael has been compromised Sayid

I think I crashed your plane Desmond

All we really need to survive is one person who truly loves us Penny

I was wrong Locke

We're the good guys, Michael Henry

Miss Widmore, it's us. I think we found it ...

Terceira Época

Plan Your Escape ABC

The next two weeks are going to be very unpleasent Benjamin

We know everything about you, Jack Shephard Juliet

Jin says he knows I betrayed him Sun

The only thing we put in your heart was doubt Benjamin

I ask for no forgiveness because I have not sinned Mr. Eko

I wanted you to believe Sawyer

Kate, Damn it, RUN Jack

No matter what I try to do... you're gonna die, Charlie Desmond

He walks among us but he is not one of us Isabel

We make our own luck Hurley

What I meant is, You're not capable of understanding Mikhail

I asked you not to come back here for me and I wish that you hadn't. But, I will come back here for you Jack

Who the hell's Nikki and Paulo? Sawyer

Welcome to the wonderful world of not knowing what the hell's going on Kate

A plane fell out of the sky, Mikhail, of course we saw it! Ben

Every pregnant woman on this island died Juliet

Flight 815. They found the plane. There were no survivors. They were all dead. Naomi

This will be the beggining of the end! Ben

Get up John, you have work to do. Walt

We where never suposed to leave. Jack

We have to go back! Jack

Quarta Época

I'm one of the Oceanic Six! Hurley

Rescuing you and your people... can't really say it's our primary objective. Daniel

Flight 815 Found! ...

Sure... who are we to argue with taller ghost Walt! Sawyer

We're here for Benjamin Linus. Miles

Great! The ship send us another Sawyer. Hurley

You can go now, Michael. Christian

We're going to have to lie. Jack

The island won't let you come alone, Jack. Ben

Quinta Época

Thank God for second chances! Ben

Why Is There A Dead Pakistani On My Couch?! Carmen Reyes

You're gonna have to die John! Richard

Were not going to Guam are we? Lapidus

Welcome back to the land of the living. Locke

I don't speak destinySawyer

All right, dude. We're from the future. Sorry! Hurley

I see you found your loophole. Jacob

They're coming. Jacob

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    sexta-feira, fevereiro 19, 2010

    A Lista de Jacob

    O site olivierlacan.com fez uma lista de todos os nomes que surgem na parede da caverna visitada por "Locke" e Sawyer no episódio "The Substitute" (façam scroll para ver a totalidade da lista):


    Além dos apelidos da maioria das personagens que visitaram a Ilha, temos um de origem portuguesa, "Costa" :)

    Curiosa a ausência de Kate, Ben e Widmore na lista...

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    sábado, fevereiro 06, 2010

    Comparação entre LA X e Pilot

    O fã de Lost Neil Pomerleau criou este interessante vídeo que compara as cenas decorridas no voo 815, tal como foram vistas no primeiro episódio de Lost e em "LA X":

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    quarta-feira, junho 03, 2009

    Personagens LOST desenhadas



    No último sábado foi realizada em Barcelona uma festa chamada "LOST in Comics" (LOST em banda desenhada). Vinte artistas, famosos pelos seus trabalhos em banda desenhada, desenhar a sua versão das personagens de LOST. Aqui podem ver os desenhos de Todd Nauck ou Paco Díaz e outros artistas:



    Podem ver todos os desenhos aqui.


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    segunda-feira, fevereiro 02, 2009

    A Tecnologia da Bomba Nuclear Descodificada

    A Popular Mechanics analisa esta semana a tecnologia envolvida na bomba nuclear de Lost e teoriza sobre o que aconteceu à "Jughead".

    "O último episódio de Lost, "Jughead", teve a sua dose de momentos surpreendentes. Tal como aquele em que descobrimos que o super-rico (e super-misterioso) homem de negócios Charles Widmore estava a financiar a investigação de Daniel Faraday com as viagens no tempo. Ou como aquele outro momento em que descobrimos que o próprio Widmore foi, em tempos, um Outro que falava latim na mesma Ilha que passou os últimos 20 anos a tentar encontrar. E, depois, há aquele pequeno pormenor de existir uma bomba nuclear na Ilha!

    É essa última adição ao itinerário de estranhos objectos da Ilha que vamos analisar neste artigo. Quando foi capturado, juntamente com Charlotte e Miles, Faraday decide que a chave para a sobrevivência do grupo é fazer os Outros pensar que a sua equipa multi-étnica faz parte da força militar norte-americana - mas eles não são apenas tropas vulgares, são cientistas enviados para recuperar uma bomba de hidrogénio. Pedimos a Ivan Oelrich, especialista em bombas nucleares e vice-presidente do programa estratégico de segurança da Federação de Cientistas Americanos, para nos dar umas luzes sobre o funcionamento das bombas de hidrogénio.

    Antes de começarmos, aqui fica uma história resumida do armamento nuclear: as bombas "Little Boy" e "Fat Man", que os EUA largaram no Japão, durante a Segunda Guerra Mundial, não eram bombas de hidrogénio; tratavam-se de bombas atómicas, um tipo diferente de arma nuclear. Uma bomba atómica baseia-se na fissão nuclear para criar a explosão, ao passo que uma bomba de hidrogénio se baseia na fusão (apesar de muita da energia explosiva ser também criada através de fissão) e é muito mais poderosa. Nunca uma bomba de hidrogénio foi detonada contra um inimigo, mas os EUA já fizeram testes com estas armas. Nos anos 50, foi levada a cabo, nas Ilhas Marshall do Pacífico Sul, a "Operation Castle", uma série de testes a armamento termonuclear. A primeira bomba de hidrogénio de combustível seco termonuclear foi detonada com sucesso no dia 1 de Março de 1954, no Atol de Bikini das Ilhas Marshall, operação designada "Castle Bravo". Devido ao sucesso inicial da "Castle Bravo", um segundo tipo de arma nuclear, a bomba de hidrogénio criogénica, acabou por não ser testado. Curiosamente, esse grupo incluía uma bomba de hidrogénio criogénica com o nome de código "Jughead".

    Queimaduras radioactivas devido à proximidade a uma bomba de hidrogénio

    Faraday foi capaz de deduzir que existia uma bomba na Ilha, depois de olhar para as mãos com ligaduras de um dos Outros. Faraday diz a Alpert que são queimaduras resultantes de radiação, indicando que o armazenamento da bomba está comprometido. Contudo, obter queimaduras de radiação, simplesmente por estar perto de uma bomba de hidrogénio - comprometida ou não - é algo que não é possível. "As pessoas pensam que o combustível que alimenta uma bomba atómica é intensamente radioactivo, mas, na verdade, não é", diz Oelrich. "Torna-se radioactivo depois da reacção". Basicamente, se a bomba estava a emitir o tipo e a quantidade de radiação capaz de queimar alguém, mais pessoas seriam afectadas. "Parte do problema de detectar armas nucleares é que estas não emitem muita radiação", refere Oelrich, "De certo modo, seria bom que emitissem muita radiação, pois, nesse caso, bastaria passarmos com um contador Geiger por cima da bomba e dizer 'Ah ha! Alguém está a tentar introduzir uma bomba nuclear no país!' Mas não é assim que funciona." Naturalmente, existe a possibilidade de aquelas queimaduras terem sido causadas por um tipo diferente de material radioactivo.

    Armazenamento com fuga

    Quando Faraday é levado até à bomba pela primeira vez, ele sobe a escadaria com o cuidado que seria de esperar de quem se aproxima de uma arma nuclear. No entanto, ele não está particularmente preocupado. Só quando vê o material espumante que vasa de uma fissura no armazenamento da bomba é que começa a preocupar-se. "Não é seguro, temos de sair daqui", diz ele a Ellie, a Outra encarregada de o manter debaixo de olho. Se não é conhecedor do funcionamento das bombas de hidrogénio, provavelmente assumiu que qualquer fuga é uma má notícia. De certo modo, essa ideia está correcta. Oelrich explica "Não é que exista uma imensa quantidade de líquido numa arma nuclear que possa corroer para o exterior". "Se eu visse a espuma a sair, assumiria que parte da bateria corroeu, escapou ácido, e corroeu outro material, como um plástico, e vasou." Embora, pessoalmente, não ache provável, Oelrich admite que é possível. Mas, se esta "Jughead" é realmente suposto ser a "Jughead" criogénica que fez parte da "Operation Castle", seria mais provável que esta infiltração se devesse a espuma de isolamento que de alguma forma se dissolveu.

    A partir daqui, existem duas maneiras de esta bomba ser perigosa: Primeiro, pode estar a escapar plutónio, que pode ser perigoso, caso seja inalado ou ingerido. Oelrich especula que, se realmente o líquido estiver a vasar de uma bateria, o mais provável é ser plutónio. "Se o ácido de uma bateria escapar, então pode dissolver o plutónio numa forma que pode vasar." Segundo, como Oelrich diz, "é uma bomba - pode ser perigosa se explodir!" Nos termos mais básicos, uma bomba nuclear funciona da seguinte forma: snvolvendo uma bola de plutónio está outra bola cheia de explosivos. Quando estes explosivos são detonados de forma perfeitamente coordenada - planear esta primeira explosão é a parte mais difícil de criar uma bomba - o plutónio é empurrado para baixo, tornando-se muito denso e assim activando uma explosão nuclear. Se apenas parte do detonador convencional fosse activado por, digamos, uma bala perdida disparada por Ellie - a primeira explosão poderia ser activada, mas, provavelmente, a explosão nuclear não aconteceria. "O pior dos casos seria a dispersão de plutónio, o que seria perigoso, mas bem melhor do que a alternativa."

    Tornando uma bomba de hidrogénio inerte


    Faraday leva os Outros ate à bomba, dizendo que a pode tornar "inerte". O primeiro passo seria desactivar o detonador. "Depende do desenho particular da bomba," explica Oelrich, "mas, nos anos 50, seria possível ver os fios do detonador. A primeira coisa a fazer seria cortar cortar os fios para não activar a bomba simetricamente." Depois, diz Oelrich, para eliminar a possibilidade de uma explosão acidental, teríamos de estragar os explosivos. "Se fosse eu, colocaria os explosivos em água ou tentaria dissolvê-los com álcool. Estou apenas preocupado que os explosivos possam rebentar acidentalmente. Não é provável que isso aconteça, mas, atendendo a que estão ligados a uma bomba de hidrogénio, bom, isso é o suficiente para nos estragar o dia". Depois de tratar dos explosivos, teríamos de lidar com todo o material radioactivo. É aí que o chumbo e o cimento entram. Como sugeriu Faraday, enterrar a bomba no subsolo, com um invólucro de cimento ou chumbo, seria o suficiente para conter qualquer radiação que a bomba esteja a emitir agora e no futuro. No entanto, o plutónio poderia vasar para a água subterrânea, tornando-a perigosa por centenas de milhares de anos. Enterrar a bomba não seria, portanto, uma solução permanente.

    Os Losties viajaram para outro instante temporal antes que descobríssemos se os Outros enterraram de facto a "Jughead" - mas não antes de John Locke ter pedido a Richard Alpert para o visitar no dia do seu nascimento, dois anos mais tarde, de modo a provar que Locke é realmente o líder dos Outros - por isso, a bomba pode ainda andar por aí, algures. Se não for contida, há algumas coisas que a radiação pode fazer: causar doenças relacionadas com radiação, curar cancros e talvez até ter efeitos nocivos em mulheres grávidas. Vamos deixar os nossos leitores juntar as peças do puzzle.

    Tradução: LOST in Portugal

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    terça-feira, janeiro 27, 2009

    Duas Horas de Viagens no Tempo, Buracos de Verme e Matéria Exótica

    Aqui fica mais um artigo da Popular Mechanics, escrito por Erin McCarthy, que pretende analisar a ciência por detrás dos acontecimentos do season premiere da quinta temporada.

    "Viajando pelo tempo

    Damon Lindelof, produtor executivo de Lost, disse em tempos à Popular Mechanics que conhece praticamente todas as histórias de viagens no tempo que foram escritas até hoje. O season premiere da quinta temporada, divido em duas partes, "Because You Left" e "The Lie", alimenta-se desse conhecimento acumulado de Lindelof.

    Na temporada passada, vimos Ben (o ex-líder dos Outros) activar um buraco de verme (wormhole) e mover a Ilha pelo espaço-tempo, de modo a protegê-la do execrável Charles Widmore, que há 20 anos tenta encontrar a Ilha. No início da quinta temporada, descobrimos que a Ilha se encontra "deslocada" no tempo e salta agora, como um disco, entre o passado e o futuro - pelo menos, segundo o que diz o físico Daniel Faraday, cuja história pessoal com a Ilha parece remontar aos anos de glória da Iniciativa Dharma (a menos, claro, que a cena inicial se trate apenas de uma viagem pelo tempo).

    Muita da física envolvida na cena inicial da temporada reside na presença de matéria exótica (por definição, matéria que viola as condições clássicas da física) por debaixo da estação Orquídea. Temos um vislumbre da construção da estação em "Because You Left". No season finale do ano passado, o Dr. Pierre Chang (como Edgar Halliwax), a face dos vídeos de orientação da Iniciativa Dharma, explicou que a matéria exótica existente por debaixo desta estação particular - uma das várias existentes na Ilha - faz uso do Efeito Casimir, o que permite aos cientistas manipular o tempo.

    No ano passado, Michio Kaku, físico e guru de viagens no tempo, disse à Popular Mechanics que alguns cientistas acreditam que é possível viajar no tempo através de buracos no espaço-tempo, conhecidos como buracos de verme, mas existem problemas que têm de ser ultrapassados. Em primeiro lugar, seriam necessárias quantidades imensas de energia para criar um buraco-negro, que funcionaria como um portal para outro ponto no espaço-tempo. Seria, no entanto, uma viagem só de ida: os buracos-negros não são estáveis o suficiente para permanecer abertos por si só. Para criar um buraco de verme, um portal estável através do espaço-tempo que permitisse viagens de regresso, seriam necessárias quantidades inconcebíveis de energia. Inconcebíveis a menos que se esteja numa Ilha que faz paraplégicos andar, contenha um mostro de fumo e possa desaparecer da face da Terra. Os físicos já conseguiram criar pequenas quantidades de energia em laboratório utilizando o Efeito Casimir - flutuações quânticas que permitem criar energia no vácuo - mas o que foi gerado em laboratório não é suficiente para manter um buraco de verme aberto, diz Kaku.

    Matéria Exótica


    Chang avisa um trabalhador da Dharma, que perfura a terra numa tentativa de aceder a uma roda enterrada (a mesma roda que Ben usou para mover a Ilha, 30 anos mais tarde) que, sob nenhumas circunstâncias, deverão os trabalhadores envolvidos na construção da estação Orquídea detonar explosivos junto à "bolsa" de matéria exótica. Quando lhe perguntam o que iria acontecer, Chang diz apenas "Que Deus nos ajude a todos".

    A matéria exótica é um conceito hipotético e físicos, como Kaku, sabem "quase nada" sobre as suas propriedades. Matéria desse tipo teria sido "formada quando a Terra era jovem e, posteriormente, flutuado para o espaço", diz Kaku, "e, deste modo, não resta nenhuma desta matéria na Terra". Contudo, é possível que uma "bolsa" desta matéria tenha ficado, acidentalmente, encurralada no subsolo. Os físicos teorizam que a matéria exótica pode ter propriedades anti-gravitacionais (pelo que iria cair) ou pode possuir energia negativa (absorvendo energia em seu redor, tornando-a susceptível de produzir uma implosão). E, se tivesse propriedades anti-gravitacionais, não quereria ficar na Terra: em vez disso, iria propulsar violentamente para o espaço. "Seria bastante perigosa para quem a encontrasse", diz Kaku.

    O tempo é como uma linha

    Daniel Faraday, o já referido físico que viajou para a Ilha num cargueiro fretado pelo super-vilão Widmore, avisa os sobreviventes que, apesar de estarem a saltar no tempo, eles não podem alterar o passado ou o futuro. "O tempo é como uma linha", explica ele. "Podemos avançar na linha, podemos recuar, mas não podemos criar um nova linha".

    Alguns físicos olham para o tempo como um rio, diz Kaku, que serpenteia pelo universo a diferentes velocidades. "Há duas formas de resolver o paradoxo das viagens no tempo", explica Kaku. "A primeira é o rio do tempo dividir-se em dois rios, pelo que podemos mudar um dos caminhos do universo, mas não o nosso próprio caminho". Esta teoria, que afirma que o nosso universo é apenas um entre um número infinito de universos, é conhecida como a Teoria do Meta-Universo e é aquela em que Kaku acredita. Os criadores de Lost, contudo, seguiram uma abordagem diferente, sugerida por físicos russos. "Existem redemoinhos no rio do tempo, por isso deixamos a linha temporal e voltamos ao passado", diz Kaku. "Eles acreditam que, quando voltamos atrás e percorremos um caminho diferente, existe algum princípio físico que nos impede de mudar o passado e tornar o futuro impossível (N.T. o que em Lost se chama "correcção de curso", course-correcting).

    Equações no Quadro

    E o que dizer daquelas equações que Mrs. Hawking - sim, a mesma mulher que disse a Desmond para desistir da proposta de casamento e ir para a Ilha salvar o mundo - escrevia no quadro de giz no final de "The Lie"? São equações probabilísticas, que vem da mecânica quântica. "A única razão que levaria alguém a se interessar em probabilidade é o cálculo do efeito da radiação", diz Kaku. "E a radiação está relacionada com a estabilidade de um buraco de verme. Suponha-se que uma lanterna acesa atravessa um buraco de verme. Poderia ir para o passado, mas os seus fotões não desapareciam; iriam voltar a entrar uma segunda vez, e outra e mais outra, numa espécie de círculo, até que toda aquela acumulação iria resultar numa explosão". Talvez deslocar a Ilha no tempo tenha tornado a matéria exótica e o buraco de verme instáveis, sendo essa a razão pela qual a pandilha de Ben, composta pelos Oceanic 6 e outras personagens misteriosas, têm apenas 70 horas para voltar e "consertar" as coisas, antes que a Ilha - ou o mundo inteiro - expluda. Mas essas são questões para uma outra altura."

    Tradução: LOST in Portugal

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    quarta-feira, novembro 26, 2008

    Oceanic no nono episódio de Fringe

    O nono episódio de Fringe, que já pode ser assistido no nosso fórum, contém um rebuçado alusivo a Lost. Trata-se de um bilhete de avião da "Oceanic Air":

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    terça-feira, outubro 28, 2008

    Lindelof fala sobre as influências egípcias em Lost

    Neste pequeno vídeo, Lindelof fala sobre as influências egípcias em Lost, nomeadamente os hieróglifos no contador da escotilha:

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    sexta-feira, agosto 22, 2008

    Tempo de ecrã na quarta temporada

    Um fã no fórum thefuselage fez um estudo sobre o tempo de ecrã de 18 personagens durante a quarta temporada de Lost. Aqui fica o top 10 (podem consultar o estudo completo aqui):

    1. Jack - 2:28:20 - 25.34%
    2. Kate - 2:15:01 - 23.07%
    3. Sayid - 1:56:44 - 19.94%
    4. Ben - 1:55:58 - 19.81%
    5. Hurley - 1:50:19 - 18.85%
    6. Locke - 1:39:38 - 17.02%
    7. Desmond - 1:25:17 - 14.57%
    8. Juliet - 1:22:55 - 14.16%
    9. Sawyer - 1:08:51 - 11.76%
    10. Sun - 1:05:27 - 11.18%

    As duas personagens vistas como "principais", Jack e Kate, surgem mesmo como os que têm maior tempo de ecrã. Faraday é a nova personagem com mais tempo. De notar ainda que Claire é a personagem principal com menos tempo de ecrã durante toda a temporada.

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    segunda-feira, julho 07, 2008

    O flashback perdido

    O episódio "Adrift", segundo da segunda temporada, era originalmente centrado em Sawyer. Só depois os produtores mudaram de ideias e decidiram optar por Michael. No entanto, algumas cenas do flashback de Sawyer chegaram mesmo a ser escritas e gravadas. A blogueira Lyly Ford enviou-nos estas fotos tiradas na altura:


    CLIQUEM PARA VER AS RESTANTES FOTOS











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    segunda-feira, junho 23, 2008

    Mover a Ilha seria possível na realidade

    Muitos fãs torceram "um pouco" o nariz quando, no season finale deste ano, viram Ben a mover a Ilha girando aquela roda semi-congelada. "Demasiada fantasia", terão pensado. Esquecendo um pouco o mecanismo subjacente à roda, a verdade é que mover uma ilha seria possível na realidade. É isso que explica Richard Muller, professor de Física da Universidade da Califórnia, neste artigo da Popular Mechanics. Muller fala ainda sobre o efeito Casimir e as viagens no tempo em Lost:


    "Einstein aprovaria mover a Ilha em Lost

    Em Lost, Ben moveu a Ilha - presumivelmente milhares de milhas. Será que ele o poderia fazer sem enormes acelerações que iriam obliterar todas as estruturas e matar todas as pessoas da Ilha? A resposta surpreendente, em física, é sim... bom, mais ou menos. O truque é que não se movimenta verdadeiramente a Ilha. Em vez disso, mudamos a sua ligação espaço-tempo com o resto da Terra.

    CLIQUEM PARA LER O RESTO DO ARTIGO


    O espaço e o tempo na teoria da relatividade são bastante flexíveis. A gravidade é uma manifestação disso mesmo. De acordo com a descoberta de Einstein, a presença de energia maciça distorce o espaço-tempo; o que percepcionamos como gravidade é apenas a curvatura do espaço-tempo. É essa a Teoria da Relatividade Geral, agora firmemente estabelecida graças a testes experimentais. O estranho comportamento do espaço-tempo (o facto de que dois gémeos viajando em separado podem vivenciar diferentes porções de tempo, por exemplo) é verificado diariamente nos nossos laboratórios de física, utilizando partículas radioactivas em vez de gémeos. Eu próprio já o verifiquei.

    Aqui fica um exemplo simples de como podemos mudar as distâncias sem movimento. A distância entre o Sol e a Alfa Centauro é de cerca de 4,3 anos-luz. Se um pequeno buraco negro passasse a meio dessa distância, os efeitos gravitacionais das duas estrelas seriam negligenciáveis - no entanto, a distância em linha recta entre as duas estrelas tornar-se-ia infinita. As duas estrelas não se moveram; ao invés, mudámos a natureza do espaço na região entre os astros. O buraco negro tem em seu redor uma infinitamente profunda distorção do espaço. Claro que, se queremos viajar de uma estrela para outra, vamos à volta - evitando o buraco negro.

    Talvez já tenha lido algo sobre buracos de verme, esses objectos teóricos na actual teoria da relatividade. Ainda não temos conhecimento da existência de nenhum, mas parecem ser possíveis. Os físicos adoram jogar com o conceito. Eles podem conectar dois universos paralelos ou duas partes de um universo dobrado (um universo dobrado tem três dimensões espaciais que estão curvadas numa quarta dimensão espacial).

    Para, em termos físicos, explicar o movimento da Ilha em Lost, vamos assumir que a Ilha está realmente conectada ao Pacífico Sul por uma distorção espaço-tempo semelhante a um buraco de verme (não tem de ser um simples buraco de verme, pode ser um conjunto de tubos paralelos e/ou que se intersectam). Para mover a Ilha, tudo o que temos de fazer é mover a ligação do buraco de verme, não a Ilha em si. É isso que penso que Ben fez. Ele mudou a natureza da ligação espaço-tempo entre a Ilha e o resto do mundo.

    Então a Ilha não desapareceu, não se moveu. Imagine que está a visitar uma pequena cidade que costumava visitar quando era mais novo. Conduz durante milhas e milhas, mas nunca lá chega. A cidade não se moveu. Em vez disso, a auto-estrada agora passa à volta da cidade. Foi isso que Ben fez - ele moveu a auto-estrada.

    Se isto estiver correcto, explica o papel de Daniel Faraday, o físico. Pelas referências no seu quadro-negro e pelas suas experiências com o espaço-tempo, é claro que ele percebe de relatividade avançada e mecânica quântica. Ele insiste em viajar de e para a Ilha numa trajectória precisa de 305 graus - provavelmente para permanecer no centro do buraco de verme, que é algo como o buraco da agulha. Permanecendo no buraco da agulha, estamos bem - mas qualquer desvio baralha por completo o nosso espaço-tempo (especialmente em buracos de verme complexos), explicando assim as estranhas excursões de Desmond no espaço e no tempo.

    Penso que, tendo um buraco de verme real, este teria uma estrutura semelhante a uma esponja e, se percorremos e ficamos presos nesse contínuo espaço-tempo, então todo o tipo de coisas estranhas poderiam acontecer. O que aconteceria realmente é algo que não podemos prever, tal como os cientistas têm dificuldade em prever o movimento das ondas no oceano ou de uma vela sujeita a uma brisa. Essas coisas são simplesmente complicadas.

    O final da quarta temporada fez também referência ao efeito Casimir. Este é um fenómeno bem conhecido em mecânica quântica e já foi medido experimentalmente. O efeito Casimir é a consequência do facto de o vácuo conter energia. Algumas pessoas especularam que poderíamos extrair energia infinitamente do vácuo. Eu penso que não, mas talvez esteja errado, e Ben tenha descoberto uma forma de o fazer. Suspeito que Ben seja também um físico - a única pessoa que descobriu como entender a ligação entre a teoria quântica e a relatividade, e como manipular esses conceitos - pelo menos em certo nível, tal como ele manipula as pessoas. É por isso que Charles Widmore está tão ansioso por capturar Ben vivo. Só o Ben compreende verdadeiramente a física da Ilha."

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    terça-feira, junho 10, 2008

    Mystery Tales #40 - Segunda parte de "Hidden Land" e restantes histórias

    Há umas semanas atrás, noticiámos que um grupo de fãs de Lost tinha conseguido adquirir o livro de banda desenhada "Mystery Tales 40", sendo este um dos objectos que Richard Alpert mostra ao jovem Locke em "Cabin Fever". Temos agora história de capa "Hidden Land" ("Terra Escondida") traduzida para português e sem a marca-de-água, bem como as quatro histórias seguintes (cliquem nas imagens para ver maior):

    Hidden Land




    A personagem principal de "Hidden Land" é Fred Phipps, um contabilista que sente um misto de admiração e pena pelo seu patrão, Mr. Castin. Castin é um homem de grande sucesso e riqueza e todos se interrogam como ascendeu tão rapidamente na vida. Ao visitar o escritório do seu patrão, Fred encontra um anel e, ao colocá-lo no dedo, percebe que foi graças a esse objecto que Castin enriqueceu. Pouco depois, Fred é visitado por um conjunto de pessoas sombrias que lhe querem tirar o anel. Em seguida, Fred é envolto por um fumo negro que o transporta para um local no Tibete, a "terra escondida". Aí, é-lhe revelado que o anel tem poderes imensos e que não pode cair nas mãos erradas. Castin realizou uma expedição ao Tibete há um ano atrás e roubou o anel do povo que o construiu. Após alguma relutância, Fred acaba por decidir entregar o anel aos seus donos originais e regressa para a sua cidade.

    Esta história tem algumas semelhanças/relações com Lost. O povo que construiu e protege o anel pode ser o correspondente aos nativos da Ilha. O anel será a própria Ilha, aquilo que tem de ser protegido. Um aspecto curioso é que o anel, em algum momento futuro quando o Homem tiver pureza no coração, será entregue à humanidade. Será que algo semelhante vai acontecer com a Ilha, visto que, neste momento, esta também está escondida da maioria da civilização humana?
    Castin poderá ser o equivalente a Widmore. Como Widmore refere em "The Shape of Things To Come", a Ilha (o anel) já foi sua. Poderá ter sido através dos poderes da Ilha que Widmore construiu a sua fortuna.

    CLIQUEM PARA LER AS RESTANTES HISTÓRIAS


    "A Warning Voice"




    "A Warning Voice" retrata um acontecimento na vida do sargento Jim Harmon. Harmon estava há dois anos em missão, sem ver a família. Um dia, começou a ouvir uma voz que o avisou para o choque eminente entre o barco onde viajava e um icebergue. Algum tempo depois, Harmon regressava de avião para junto da sua família em São Francisco e ouviu novamente a voz. Desta vez, o avião por pouco não chocava com uma montanha e posteriormente com um veículo na pista de aterragem. Já em terra, Harmon viajava de táxi e a tal voz avisou-o antes que o motorista conduzisse o veículo para um precipício. Finalmente em casa, o sargento ouve a voz por última vez. Ao que parece, a voz era na verdade uma porção de uma música que o seu filho ouvia sem parar enquanto esperava pelo regresso do pai.

    "Crossroads of Destiny"




    Desta vez temos a história de Ernest Falter, um cientista que construiu uma máquina do tempo com uma particularidade interessante: a máquina permite viajar não só para momentos que realmente aconteceram, como para momentos que poderiam ter acontecido. Ernest recebe uma proposta de casamento de Martha, mas recusa-a veementemente, temendo que o matrimónio pudesse prejudicar as suas investigações. Ernest utiliza a sua máquina para viajar até Roma, altura em que César era ainda um jovem. O cientista escolhe o momento em que César decidiu entre a vida militar e a filosofia. Como sabemos, César escolheu a primeira hipótese, mas a máquina de Falter permite observar o que aconteceria se o futuro imperador tivesse optado pela filosofia. Surpreendentemente, o filósofo César trouxe grande paz para o mundo, em vez das guerras constantes que ocorreram no "passado que realmente aconteceu".
    Em seguida, Ernest viaja até Génova, Itália, para o momento em que Cristóvão Colombo decide seguir a vida de mercador em vez da de navegador, deixando a América por descobrir durante muitos anos. O cientista percebe que os índios americanos teriam vivido em paz durante todos esses anos, acabando por ser descobertos por navegadores europeus que espalhariam essa mensagem de paz.
    Ernest viaja por fim para um presente onde ele próprio teria escolhido casar com Martha e percebe que teria terminado a sua máquina do tempo mais rapidamente e que, além disso, seria feliz. No final, Ernest destrói a máquina e casa com Martha.

    Sammy's Secret




    Sammy tinha um segredo: era capaz de voar como a mesma facilidade que um pássaro o faz. Ninguém conhecia o seu segredo e Sammy aproveitava as noites para desfrutar do seu dom. Numa dessas noites, o rapaz decide voar o mais alto que conseguisse. Ao atravessar a atmosfera terrestre e chegar ao espaço, deixa de conseguir respirar, mas é resgatado por uma nave espacial. Sammy chega a um planeta onde toda a gente consegue voar e é-lhe explicado que aquele é o seu planeta de origem.

    The Silent Stranger





    A localidade de Bradford Valley está em crise, as fábricas fecharam e o desemprego atinge níveis preocupantes. Os habitantes ponderam mudar-se para outra cidade onde exista emprego e melhores condições. O mayor de Bradford decide remover a estátua do fundador da cidade, John Denton, para grande tristeza de Abigail, uma das descendentes de Denton.
    Um dia surge na cidade um homem misterioso que não fala com ninguém. O estranho, sem dizer uma palavra, conduz os habitantes da localidade a reconstruirem as suas casas e postos de trabalho. Como que hipnotizado pelo homem, o povo de Bradford regressa ao trabalho nas fábricas. A cidade começa a receber propostas de empreitadas por parte de outras localidades e atinge a prosperidade. Pouco depois, o estranho desaparece, e Abigail percebe que o homem que os ajudou era na verdade o seu antepassado, o fundador da cidade, John Denton.

    Todas estas histórias parecem ter um denominador comum: a importância da família, do local onde pertencemos. As personagens centrais das várias histórias encontram o seu lugar no mundo e a felicidade.

    Qual a mensagem que os produtores de Lost pretendiam passar ao escolher este livro é algo que... bom, talvez em 2010 consigamos compreender :-)

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    terça-feira, junho 03, 2008

    O que ouviu Kate no telefone?

    Nos flash-forwards dos Oceanic 6, Kate recebe uma estranha chamada telefónica e pouco depois encontra Claire junto de Aaron. Tudo não passava de um sonho, mas, ao invertermos o som que Kate ouviu, percebe-se claramente uma mensagem:


    "A Ilha precisa de ti. Tens de voltar antes que seja tarde demais".

    Ainda não foi possível descortinar a quem pertence a voz, mas parece ser a de Sawyer.

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    O que disse Sawyer a Kate?

    Antes de saltar do helicóptero para libertar peso, Sawyer sussura a Kate algo como:

    "Eu tenho uma filha em Albuquerque, se a encontrares diz-lhe que lamento."


    Para os mais esquecidos, relembramos que Sawyer e Cassidy (uma das mulheres que o con-man enganou) tiveram uma filha de nome Clementine Phillips. É no episódio "Every Man For Himself" que Sawyer toma conhecimento deste facto. Depois, no episódio "Left Behind", Kate encontra Cassidy e esta última revela-lhe que está grávida.


    Terá sido este o motivo da discussão entre Jack e Kate no episódio "Something Nice Back Home".

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    quarta-feira, maio 28, 2008

    Matthew Fox sabe como será o final de Lost

    Já por várias vezes tinham surgido rumores de que Matthew Fox seria o único membro do elenco a receber informações dos produtores sobre o futuro da série. Pois bem, numa entrevista recente ao "Daily Mirror", Fox confirmou que, não só recebe essas informações, como já sabe como a série vai acabar. O actor referiu ainda que os outros membros do elenco o sondam constantemente com perguntas sobre o final. "Eles percebem que eu não posso falar sobre isso, mas perguntam na mesma, na esperança de que eu revele."

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    sábado, maio 24, 2008

    Mystery Tales #40 - Páginas 1 e 2

    No décimo primeiro episódio da quarta temporada, "Cabin Fever", Richard Alpert visita John Locke quando este era criança. Alpert mostra vários objectos a Locke, sendo que um deles é um livro de banda desenhada, mais concretamente a edição número 40 da série "Mystery Tales". Esta série foi publicada pela Atlas Comics (o antigo nome da Marvel) entre 1952 e 1957. Todos sabemos que os produtores de Lost não fazem nada ao acaso, pelo que nas últimas semanas têm-se multiplicado os esforços para encontrar esta publicação.

    Pois bem, um conjunto de fãs de Lost conseguiram adquirir o livro no ebay por pouco mais de 400 dólares e estão agora a partilhar os scans da revista na Internet :)
    O site deles é http://www.mysterytales40.com.

    A capa é desde logo bastante sugestiva (cliquem para ver maior):



    Uma "Terra (Ilha?) Escondida" que flutua? Muito sugestivo, sem dúvida. Temos ainda a pergunta "valerá a pena ignorar a voz que avisa?".

    Bom, na esperança de que esta revista tenha de facto alguma relevância para a história de Lost, nós estamos a traduzir a BD. Vamos traduzir pelo menos a história da capa, "A Terra Escondida", que tem quatro páginas. Aqui estão as duas primeiras (removemos também a enorme marca-de-água inserida pelos nossos colegas do mysterytales.com). Cliquem nas imagens para ver maior:


    Temos então a história de Fred Phipps, um contabilista, e do seu patrão, o Sr. Castin. Castin perdeu-se numa expedição no Tibete e terá encontrado um anel que lhe permitiu alcançar rapidamente a fama e a fortuna. Que relações poderá ter esta história com Lost?

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    terça-feira, maio 13, 2008

    A caminho da Orquídea?

    Em “Cabin Fever”, Martin Keamy decide passar para o segundo protocolo de execução da missão na Ilha. Após uma discussão com o capitão Gault, vemos Keamy a retirar uma pasta preta que descreve o referido protocolo. Na primeira página da pasta podemos observar um símbolo da Iniciativa Dharma ainda sem estação correspondente:


    Ora não é a primeira vez na presente temporada que vemos este símbolo. No nono episódio, “The Shape of Things To Come”, Ben acorda no deserto com um anoraque vestido, um blusão contendo o mesmo símbolo Dharma que figura na pasta que Keamy consultou:

    Apesar de ainda não existir qualquer confirmação oficial, já há algum tempo que a maioria dos fãs pensa que este símbolo corresponde à estação Orquídea. Para quem ainda não sabe ou está apenas esquecido, a Orquídea é mais uma das estações que a Dharma construiu na Ilha, por sinal a sexta. Ainda não foi visitada na série, mas, durante o Verão de 2007, foi lançado na Internet o vídeo de orientação desta estação. É este vídeo que podem agora ver ou rever:


    O orador, que conhecemos como Marvin Candle ou Mark Wickmund, toma desta vez o nome de Edgar Halliwax. Curiosamente, é justamente o nome “Halliwax” que surge no anoraque de Ben.

    Segundo o vídeo, a Orquídea é uma estação que supostamente seria dedicada a investigação botânica, mas onde na verdade decorrem experiências científicas “altamente voláteis e potencialmente perigosas”. E perigo é algo que parece não faltar a este vídeo. Aparentemente, o mesmo coelho (identificado com o número 15) surge em dois locais diferentes ao mesmo tempo e o Dr. Halliwax está apavorado com a possibilidade de que os dois coelhos, ou as duas instâncias do mesmo coelho, se toquem. É também feita referência ao efeito Casimir, proposto pelo físico Holandês Hendrik B. G. Casimir em 1948. Hendrik descobriu que duas placas metálicas, quando colocadas perto uma da outra e paralelas, estão sujeitas a uma força de tensão que as aproxima. Esta força só pode ser medida quando a distância entre as placas é extremamente pequena e, na realidade, só foi efectivamente medida em 2001. O que pode ser relevante para Lost é o facto que, do ponto de vista da mecânica quântica, o efeito Casimir pode ser utilizado para estabilizar um buraco de verme. Já aqui falámos sobre os buracos de verme ou wormholes no âmbito da análise do episódio “The Constant”, tendo referido que estes consistem essencialmente em “atalhos” através do espaço-tempo. A estabilização de um wormhole permitiria o seu atravessamento e viajar a uma velocidade superior à da luz (“faster-than-light travel”). Mais concretamente, tornaria possível que a matéria, percorrendo os wormholes, atingisse localizações distantes mais rapidamente do que a luz utilizando as “rotas normais”. O que por sua vez permitiria viagens no tempo e teletransporte.


    É difícil explicar exactamente o que aconteceu ao coelho com o número “15”, mas qualquer fã da saga “Regresso ao Futuro” sabe que o contínuo espaço-tempo e, consequentemente, todo o universo, podem ser destruídos se um viajante no tempo encontra a sua instância do momento temporal para o qual viajou. É aquilo a que chamamos paradoxo. Poderá ser por essa razão que o Dr. Halliwax está tão preocupado com a possibilidade de os coelhos se tocarem. Mas, esperem, as viagens do tempo em Lost não são apenas da consciência? Voltamos à mesma questão que deixámos no final do post “Viagens no tempo e paradoxos”.

    Os fãs têm utilizado a Orquídea para explicar outras situações estranhas que vimos na série. Uma delas é a visita que Tom fez a Michael em Nova Iorque. A linha temporal de acontecimentos é no mínimo apertada e Tom teria menos de 4 dias para fazer toda a viagem de ida e volta. A teoria é então a de que os Outros possam ter utilizado a Orquídea para teleportar Tom directamente para Nova Iorque. Aliás, o teleporte poderá mesmo ser o método que os Outros têm vindo a utilizar para entrarem e saírem da Ilha, sendo o submarino e os barcos apenas mais um embuste. Outro acontecimento que poderia ser explicado com o teletransporte é a aparição de Ben no deserto do Saara. O facto de Linus estar algo confuso sobre o momento temporal em que se encontra é uma indicação de que a Ilha e o mundo exterior se encontram em momentos temporais diferentes ou pelo menos existe um desfasamento. Na verdade, temos tido várias indicações disso ao longo da presente temporada. Portanto, Ben poderá viajar para o exterior através da Orquídea em 2004 e surgir no mundo exterior em Outubro de 2005. Quem sabe se isso não acontecerá já neste final de temporada.
    As características da estação Orquídea e a existência de wormholes podem ainda explicar porque razão os mantimentos Dharma continuam a chegar à Ilha. Talvez estes tenham sido enviados em massa na década de 70-80 e entrado num buraco de verme que os levou ao ano de 2004. Explica também a aparição de um urso polar com uma coleira Dharma na Tunísia. Um pormenor que daqui deriva, e que poderá vir a ser importante, é que a direcção em que se entra no espaço da Ilha parece ter relevância no desfasamento temporal. O corpo de Dr. Ray surgiu na praia antes de ser morto na fragata. O foguete da experiência de Faraday surgiu na Ilha depois do momento previsto para o impacto. Já seguindo na direcção 305, o desfasamento parece não ocorrer.


    A Orquídea poderá ser também a via para concretizar aquilo que Christian Shephard pediu a Locke: mover a Ilha. É por esse motivo que intitulámos este post de “a caminho da orquídea”, pois é muito provavelmente para essa estação que se dirigem Locke, Hurley e Ben, bem como Keamy e a sua equipa. Quem chegará primeiro?
    Tendo em conta a cena final de “The Shape of Things To Come”, o primeiro grupo, segundo esta teoria obviamente, terá sido bem sucedido na movimentação da Ilha no contínuo espaço-tempo, pois Linus diz a Widmore que nunca conseguirá encontrar a Ilha. Mas como a terá encontrado em primeiro lugar? Terá sido através da investigação levada a cabo por Penny com a estação de observação no Árctico? Aquela estação que detectou a anomalia electromagnética libertada durante a implosão do Cisne? Ou terá sido através do diário do Black Rock que Widmore adquire em “The Constant”? Falta ainda saber se Penny está a colaborar com o seu pai ou a trabalhar contra ele.

    Outro ponto interessante é o facto de muitos fãs suspeitarem, desde a segunda temporada, que foi a empresa de Widmore quem construiu as estações da Dharma na Ilha. Na realidade, Widmore disse a Ben que a Ilha é sua e sempre foi. Nesse caso, o pai de Penny até já pode ter estado na Ilha. Talvez Ben tenha usado a Orquídea para mover a Ilha depois da purge da Dharma e, desde então, Widmore tem procurado insistentemente aquele local. Então porque teria Widmore comprado o diário do Black Rock? Bom, ao invés de procurar obter informação, talvez queira prevenir que essa informação se torne pública. Ou talvez precise de conhecer em detalhe toda as posições visitadas pelo Black Rock para encontrar novamente a Ilha.

    Posto isto, estaremos mesmo a caminho da Orquídea?

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    quinta-feira, maio 01, 2008

    A porta

    No episódio da semana passada vimos que o quarto secreto de Ben tinha ainda mais segredos do que aqueles que saltaram primeiro à vista. Escondida atrás de todas as suas roupas estava ainda outra porta secreta. Esta porta segundo parece tem muita história para contar.


    Naturalmente que os símbolos que vemos na porta suscitaram imediatamente a curiosidade de todos e a busca pela sua tradução não se fez esperar. Doc Artz parece ter sido quem melhor conseguiu transmitir o que poderá estar escrito na porta.


    Linha Superior - "to summon" evocar, "time to summon" tempo de evocar ou "to summon time" evocar o tempo

    Neste caso, existe uma palavra que nos pode ajudar a determinar de que maneira o hieróglifo deve ser lido e infelizmente é a única palavra totalmente evidente.

    nas – "to summon" evocar ou "to call" chamar. Nas é representado pelo homem com o braço esticado e razão porque é tão claro o seu significado é porque a palavra é um determinante. Um determinante é a maneira como os Egipcios associavam significado e pronunciações às suas palavras.

    Então, "to summon" sozinha iria aparecer como n (o rabisco) em cima, com o a e s por baixo, seguido pela imagem do homem a segurar o seu braço em cima de algo. Isto pode significar que os hieróglifos devem ser lido da direita para a esquerda, mas é impossível dizer qual a direcção certa.

    Ra – "time" tempo

    A palavra "tempo" é um ideograma (hieróglifo destinado a exprimir uma ideia), e é representado por um círculo com um ponto no seu meio. Como este está algo obscuro, apenas podemos tentar adivinhar que é isso que é suposto mostrar.

    Segunda linha – "protection" protecção, "power" poder ou "strength" força

    A segunda linha não tem nada que possa determinar a direcção e é uma combinação de ideogramas e fonéticas. Existe uma quantidade infinita de possibilidades sobre o que a linha pode significar, então daremos a ideia fonética de cada hieróglifo e cada qual poderá teorizar.

    Hen – "master" mestre ou "priest" sacerdote

    Hen como nome poderá ser traduzido para mestre, mas também pode ser visto como sacerdote. Isto pode significar que aquela entrada é apenas para homens santos ou pode referir-se a quem está em controlo da ilha?

    "man with weapon" homem com arma – "protection" protecção, "power" poder ou "strength" força

    A segunda linha parece ser ancorada por este hieróglifo, porque a frase "to summon protection" evocar protecção teria mais sentido. Depois de Ben ter saído da porta, coberto em fuligem, smokey estava apenas uns passos atrás. O propósito do que esta por detrás daquela porta é evocar o monstro?

    "container" recipiente ou "stone container" recipiente de pedra

    Este hieróglifo é o mais confuso, poderá significar que evocar o monstro envolve algum tipo de recipiente?

    Anx – "life" vida

    Este símbolo não é um hieróglifo, mas existe um extremamente semelhante a este. O hieróglifo anx é uma cruz muito semelhante À que vemos aqui, mas tem um topo em forma circular. Outra vez parece estar a referir-se a um ritual que poderia evocar o monstro, talvez dando-lhe vida ou o sacrifício de uma vida é necessário para o evocar?

    O texto completo – "to summon protection" Evocar protecção

    A tradução mais simples destes hieróglifos é Evocar Protecção, mas existem quase maneiras sem fim de como eles podem ser traduzidos. Ficam aqui mais algumas:

    "Time to summon strength" Tempo de evocar força

    "To summon time protection" ou "To summon time power" Evocar a protecção do tempo ou Evocar o poder do tempo

    "Time summons the power of life" Tempo evoca o poder da vida.

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    segunda-feira, abril 28, 2008

    Cena cortada de 4.09

    Na sua análise de "The Shape of Things To Come", o colunista Doc Jensen da Entertainment Weekly menciona que foi filmada uma cena com Claire para este episódio, tendo sido posteriormente cortada. Nessa cena, Claire tinha uma visão profética misteriosa, momentos antes da sua casa ser atingida pelo míssil. Seria com Charlie? Será por isso que Claire chamou por Charlie quando Sawyer a recolheu nos destroços? O que quer que fosse, a verdade é que os produtores têm prometido nos últimos tempos que a mãe de Aaron vai ter muita história nesta parte final da temporada, pelo que podemos esperar acontecimentos interessantes já no episódio desta semana.

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    domingo, abril 27, 2008

    As filmagens em Londres

    Como é do conhecimento geral, Lost costuma filmar todas as suas cenas no Havaí, mesmo aquelas que decorrem no exterior da Ilha. Os mais diversos locais no Havaí são profundamente transformados para reproduzirem locais em países tão distintos como a Coreia do Sul, Inglaterra, Estados Unidos, Iraque e Austrália. No entanto, há algumas semanas atrás foi divulgado um spoiler que dava conta de que a equipa de Lost estava a filmar cenas em Londres, Inglaterra. Este spoiler originou muita especulação por parte dos fãs e, no último podcast, os produtores revelaram que as filmagens em Londres foram para a cena final de "The Shape of Things To Come", em que Ben visita Widmore.


    Ao que parece, Alan Dale, o actor que interpreta Widmore, não tinha hipótese de se deslocar ao Havaí para gravar a cena, pelo que teve de ser a equipa de filmagens de Lost a fazer a viagem.

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